quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Meu baby dino...

Dizem que coisas ruins nos acontecem para que novas coisas boas possam começar, como se fosse o fim de um ciclo para o início do outro. Ilusão, pura ilusão. Algumas coisas me ocorreram há pouco menos de um mês, e tem uma saudade loira me acabando por dentro. Logo cedo eu até cheguei a imaginar "não queria, mas acho que estou esfriando meu modo de pensar naquela pessoa"... engano.
A verdade é que ser tia me modificou em muitas coisas, e só vem me mostrando o quanto o meu coração se encheu de alegria por ser tia. Porém, ultimamente todo esse amor que trouxe alegria está se transformando em saudades, a duras penas, e não sei bem o que fazer. Sinto falta do meu galego, do baby dino, bebê da titia, ah, do meu Vini.

Mas você pode ir vê-lo? Sim, eu posso, mas eu tenho certos medos por dentro, como "será que ele vai se lembrar de mim?", ou ainda "será que ele vai gostar de mim quando crescer?", o que se tornam ações dependentes, porque se eu for vê-lo, possivelmente ele gostará de mim quando estiver grande; mas o meu maior medo é ainda ir vê-lo, acompanhar o crescimento dele, e ele não gostar de mim. É tanto amor aqui dentro que não sei o que fazer...

Sinto falta do "denguinho" de quando ele cochilava aqui em casa, e acordava pedindo braço, porque geralmente era pro meu que ele vinha. Não tenho mais pra quem vestir minha blusa do Tom & Jerry, porque ele não vai ver, e apontar pra mim enquanto balbucia "o gao". Ele não vai estar aqui perto quando eu fizer todos os planos que um dia havia incluído ele - e toda a sua família.

Ser tia me tirou do buraco de amor platônico em que eu vivia, e me trouxe pra fora da caverna, me mostrou amor de verdade; ser tia me mostrou que um sorriso sem dentes é mais valioso do que ouro, e que olhinhos claros, biquinhos expressivos e o início de uma vida são coisas que todos deveriam experimentar vivenciar um dia. Ser tia me mostrou que eu deveria ser mais humana, e menos eu para mim. Ser tia é uma sensação quase que de mãe, menos intensa, e num sentido diferente. 

Vinícius, obrigada por ser meu sobrinho - queiram outros fatores, ou não. Eu te amo, e eu sempre vou te amar, porque eu sempre te esperei. Eu tenho meu jeitão desengonçado, desajeitado, mas espero que um dia você possa saber que tudo que fiz/faço/farei, é com todo meu coração... porque eu amo você, e acho que isto basta. Me preparei 16 anos para isso. Se ser tia já era o meu maior desejo, saber que seria sua tia foi meu maior orgulho, e minha maior prioridade...

Com todo o meu carinho de sempre
Morgana, ou tia Nana.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Belo disastre

Honestamente, não estou bem. Já tentei me convencer de que eu não precisava de nada além de me aceitar como sou... estava bem há algum tempo, há um longo tempo. Mas há algumas semanas eu já não me sinto a mesma, não sinto como se eu estivesse bem, quer dizer, definitivamente eu me sinto uma gorda triste e perturbada. E de verdade? Agradeço de coração, mas as ajudas que me chegam não de ajudam de verdade. Porque às vezes a gente só precisa desabafar e se sentir abraçada, e de um você vai conseguir, eu confio em você vindo do coração - que não seja de um de seus pais.

Os caminhos pra seguir, eu já os conheço... me falta uma motivação. Não nasci pra viver sob pressão, mas ultimamente tudo, tudo mesmo, só vem ocorrendo com uma pressão extra - e desnecessário, sinceramente.

Tenho me sentido extremamente sozinha, impotente,
carente mesmo, como se me faltasse gás pra alcançar meus objetivos, como se eu não pudesse fazer nada além de ver a vida passar, com todos eles passando nos meus olhos, e me mostrando o que eu poderia ter sido... mas perdi tempo e não fui. Tenho medo de tomar as decisões erradas, e acabo não fazendo nada. Temo mudar e não gostar da mudança, e demorar tudo de novo pra conseguir mudar e talvez não gostar das mudanças novamente.
Sinto-me descarregada, descabelada, desmotivada, desequilibrada, "desmagra", des... des... des... quando eu gostaria mesmo é de trocar o S pelo Z nesse prefixo. E não consigo.

Não é tudo que eu guardo, mas acho que o suficiente por hoje.

Jon McLaughlin - Beautiful Disaster




domingo, 15 de julho de 2012

Carta aos grandes olhos

Eu teria sido uma boa amiga, sim, eu teria sido. Se a cada encontro nosso você não tivesse tomado a palavra e contado sobre a sua vida social e seu coração frágil, sua inocência mascarada, e como você caía nos braços de um qualquer. Ou de uns outros, qual quiseres.
Eu teria sido uma boa amiga se você não exagerasse nos elogios forjados, nas risadas e no apego desapegado.

Eu teria sido uma boa amiga se a cada coisa que eu dissesse, quando você dava chance, você não tivesse ido contar para metade do mundo sobre o que eu confessava. Eu poderia ter sido ainda melhor, se seu vocabulário chulo e desleixado não me fizesse passar vergonha na frente dos meus pais. Eu gostava de você, te ignorar machucava por dentro... mas você mereceu. Agora, então, não reclame da forma como me comporto com você, nem aja como se estivesse certa, como se fizesse o que faz com a razão na barriga.

Não me sinto bem de ter que conviver com alguém como você, da maneira que nos tratamos, porque isso é deprimente; e mais deprimente ainda é ver o quanto você é carente, e o quanto isto te prejudica. Eu ainda cuidaria de você, se você aceitasse ser cuidada e não trocasse a personalidade a cada nova pessoa que cruzasse o seu caminho.

Só te aconselho, agora: se valorize, tome cuidado com as palavras e com que fala sobre os outros; se desespere menos ao tomar as decisões, seja menos impulsiva.

Criança, você vai longe. Só temo que você se perca, e não no meio do caminho, mas se perca na volta, quando precisar lembrar do seu passado, porque afinal: quem é você agora?

sábado, 21 de maio de 2011

Purified - Tamar Kaprelian

Mmmm, bem, essa é uma música que descreve bastante o que eu sinto por uma pessoa... mais que especial! Eu desejaria que ele pudesse ver isso, mas isto é quase impossível... quase. Segue a letra aí embaixo.

How can it be that every time
I've lost myself and I've gone out of line,
You're there.
Why is it that when I'm such a wreck,
I look at the life that I want to forget,
You remind me I'm okay?
You remind me I'm okay.

You make me feel alive.

You make me feel like I,
Have something to believe in.
Something that feels right.
When I need a hand,
You give me something to believe in.
I'm purified.
I'm purified.


How you can I tell when I'm on the edge,

My heart's unrefined and about to give in,
You see right through my flaws.
How do you know when nothing is clear,
the right things to say, so I can heal and face another day.
Hope you never go away.

You make me feel alive.

You make me feel like I,
Have something to believe in.
Something that feels right.
When I need a hand,
You give me something to believe in.
I'm purified.
I'm purified.
 
The first ray of light after the storm,
When all my limits return to norm.
So many pieces, now just one.
I feel like life has just begun.

You make me feel alive.

You make me feel like I,
Have something to believe in.
Something that feels right.
When I need a hand,
You give me something to believe in.
I'm purified.
I'm purified.



You make me feel alive.
You make me feel like I,
Have something to believe in.
Something that feels right.
When I need a hand,
You give me something to believe in.
I'm purified.
I'm purified.


I'm purified.


É isso :)

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Living


Essa sala de estar, ou living room, também dá uma ótima impressão de "seja bem-vindo!", e a tonalidade das cores (tons pasteis) contrastados com o vaso e a almofada da poltrona combinaram harmonicamente, sem contar com a iluminação.
Em síntese, amei.

Biblioteca


Ambiente projetado pela arquiteta e designer de interiores Letícia Ribeiro, a biblioteca impressiona quem chega com o ar aconchegante e sofisticado.

Como diz a Glória Kalil, acho chic!